projecto co-financiado pelo INR, I.P. Subprograma Para Todos 2010

 

 

Tal como habitualmente, acordámos cerca das 8h. A noite de ontem não foi tão animada como pensávamos. A animação já começou tarde e estava muito frio, pelo que não deu para lá ficarmos. Ainda deu, contudo, para saborear um delicioso gelado num café do centro da Torreira. Depois do pequeno almoço, decidimos o programa da manhã: como estava bastante calor, já não fomos para o campo de jogos fazer uma partida de futebol e fomos, em vez disso, para o centro da Torreira. Lá, a maioria decidiu-se por uma caminhada à beira mar, mas o Manuel Armando e o Pedro Miguel quiseram mesmo ir para a praia… e foram. Estiveram deitados na areia a relaxar, enquanto a Dra. Paula lhes trava umas quantas fotos para passar o tempo.

 


Depois do almoço, fomos até beira ria onde sabíamos que ia decorrer a festa do Pescador com sardinhas e carapaus grelhados à borla e grupo musical. Infelizmente, quando lá chegamos, os carapaus, que deviam ser de corrida, já há muito tinham partido. Restava-nos o grupo musical que, depois de uma dezena de ensaios de som e um leilão interminável, finalmente actuou. Aí começou a festa, bailarico para alguns e jogo de bola para outros. Foi uma  tarde em cheio.
Ainda antes de voltar para a Colónia, resolvemos ir fazer uma pequena caminhada. Passamos junto de um quiosque de onde emanava um agradável perfume a bolo e que publicitava a confecção e venda da famosa Tripa da Torreira…Mais logo, depois do jantar, teríamos que lá voltar para a provar.
De volta à Colónia, hora de um merecido banho…pena foi uma inundação da casa de banho da camarata feminina. Felizmente o Sr. Alfredo, o “faz tudo” aqui da Colónia, conseguiu resolver o problema.

 


Depois do jantar, tal como sugerido, fomos ao quiosque da Tripa para provar esse perfumado bolo. Uns comeram-no recheado de doce de morando, outros com chocolate, outros ainda com ovos moles. Uma delícia…não só para nós, como também para uns insectos gigantescos, que a Susana denominou de “besouros”, que começaram a cercar-nos e a efectuar, tipo ataque aéreo num conflito armado, voos rasantes sobre nós. Vimo-nos obrigados a fugir a todo o gás desse esquadrão impiedoso…

 

 


Já afastados do local do primeiro ataque, alguns besouros isolados tentaram um ataque de surpresa, mas as nossas manobras defensivas, tipo salve-se quem puder, foram felizmente mais eficazes.
Continuamos a caminhar e, só na escuridão da noite, é que ousamos pisar de novo solo inimigo e voltar para a Colónia.
Já de volta à Colónia e, embora muito agradados com a Tripa da Torreira, que gostaríamos de saborear de novo amanhã à noite, questionámo-nos se teremos coragem para tal…

 


Logo veremos se o nosso espírito aventureiro e a nossa valentia ditarão amanhã…


E assim se passou mais um dia de férias…


Depois de um breve momento televisivo, uma boa noite em perspectiva…


Até amanhã, com notícias frescas da Torreira.